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A Sagrada Família com São Joãozinho, Agnolo di Cosimo conhecido como 'il Bronzino' (Monticelli di Firenze, 1503 - Florença, 1572)

Codice: 453954
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Autor: Agnolo di Cosimo 'il Bronzino' (Firenze 1503-1572)
Época: Século XVI
Categoria: religioso
Expositor
Antichità Castelbarco
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A Sagrada Família com São Joãozinho, Agnolo di Cosimo conhecido como 'il Bronzino' (Monticelli di Firenze, 1503 - Florença, 1572)  Traduzido
Descrição:
Agnolo di Cosimo, conhecido como 'il Bronzino' (Monticelli di Firenze, 1503 – Florença, 1572) A Sagrada Família com São Joãozinho Óleo sobre madeira (120 x 90 cm. - Com moldura antiga 146 x 116 cm.) A obra é acompanhada pelo parecer do professor Stephan D. Pepper, datado de 5.12.96 (Roma) Os detalhes completos relativos a esta pintura podem ser visualizados diretamente no seguinte - LINK - É examinada uma pintura de grande fascínio e relevância colecionística, uma versão de alta qualidade da celebradíssima 'Sagrada Família com São Joãozinho' realizada em 1528 por Andrea del Sarto (Florença 1486 - 1530), um dos expoentes mais excelsos entre os protagonistas do pleno Renascimento florentino. Mais conhecida como "Sagrada Família Borgherini" pelo nome do comissário Giovanni Borgherini, membro de uma das mais importantes famílias florentinas da época, hoje está guardada no Metropolitan Museum de Nova Iorque (Inv. 22.75). Esquema no site oficial do museu (link) Com esta composição grandiosamente solene, Sarto confirmou ser "o pintor sem defeitos", como gostava de o definir Giorgio Vasari: as suas figuras são magistralmente desenhadas, realizadas com uma esplêndida harmonia cromática, e finalmente a relação entre as figuras, dispostas com ar de nobreza, oferece-nos uma coreografia sublime que une os quatro personagens. A pintura, encomendada no mesmo ano em que Florença conseguiu libertar-se do domínio dos Medici e se declarou República, encerra também um significado político, com João Batista, padroeiro da cidade, a entregar o globo terrestre com a cruz ao pequeno Jesus Menino, continuando porém a segurá-lo com as mãos, a simbolizar que ambos - portanto, tanto a cidade como a Igreja - agirão como protetores e garantes da liberdade da república florentina. Considerada uma das mais importantes joias do Renascimento florentino, obra-prima da primeira maturidade do pintor, foi uma das composições mais admiradas e copiadas do artista, desfrutando de particular sorte junto dos colecionadores florentinos já na época: isto explica as numerosas cópias, autógrafas ou de oficina, que enriquecem outros tantos museus internacionais [1]. Embora não haja, a nível de composição, uma correspondência perfeita entre o original e a pintura que lhe propomos - que retoma de facto pedissequamente o seu plano compositivo - existem também diferenças na elaboração pictórica e no consequente aspeto. A qualidade pictórica muito alta que distingue o presente trabalho permite-nos associar a paternidade a um autor de primeiro plano de matriz florentina do início do século XVI, que soube restituir toda a poesia original, embora personalizando com a sua própria marca estilística. Em particular, a matéria pictórica aplicada de modo uniforme e o soberbo uso do sfumato, com uma modelagem que nos induz - como sugerido por Stephan D. Pepper na sua relação - a reencontrar a mão juvenil de Agnolo di Cosimo, o Bronzino (Monticelli di Firenze, 1503 – Florença, 1572), mestre indiscutível pela exatidão na aplicação da matéria pictórica e o tratamento 'a véus', com que tornou a sua pintura esmaltada e transparente. O Bronzino desenvolveu desde os primeiros trabalhos um estilo inconfundível, único pela elegância, equilíbrio compositivo e pelo esplendor cromático, com uma potência pictórica única possibilitada por uma modelagem de linhas definidas, que confere às figuras um aspeto escultural e polido semelhante à porcelana. Elementos como as manchas de luz que iluminam os sujeitos, ou o véu da Madona, semitransparente, foram aqui realizados de modo virtuoso. [1] Entre as várias cópias inspiradas na Sagrada Família Bolgherini, executadas quer pela oficina do Sarto quer por autores seus contemporâneos, e hoje guardadas em coleções privadas e públicas, podemos lembrar: - Florença, Uffizi Palazzo Pitti: link - Cesare da Sesto, Candiani Milão: link - Leilão Christie's Roma, 5 Jun 2000: link - Leilão Sotheby's Nova Iorque, 9 de janeiro de 1980: link - Coleção Bonaiuti, Roma (Lazio, Itália): link - Gasparrini, Roma (atrib. Nicolò Circignani dito o Pomarancio): link A tela encontra-se em excelente estado de conservação. Completa com moldura antiga. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: A obra é vendida acompanhada de certificado de garantia e autenticidade, e ficha iconográfica descritiva. Organizamos o transporte das obras adquiridas, tanto para a Itália como para o estrangeiro, através de transportadores profissionais e segurados. É nosso dever avisar que, dada a delicadeza de algumas molduras antigas particulares, existe a possibilidade de que durante o transporte ocorram pequenas lesões na douradura, apesar das embalagens serem feitas com o máximo cuidado. É também possível ver a pintura na galeria de Riva del Garda, teremos todo o gosto em recebê-lo para lhe mostrar a nossa coleção de obras. Contacte-nos, sem compromisso, para qualquer informação adicional. Siga-nos também em: https://www.instagram.com/galleriacastelbarco/?hl=it https://www.facebook.com/galleriacastelbarco/  Traduzido