Óleo sobre tela. Escola do Norte da Europa do século XVIII. A cena, desenvolvida horizontalmente, retrata o mito de Orfeu, filho de Apolo, que recebeu uma lira do pai com a qual amansava animais ferozes, movia rochas e dobrava árvores. O conto é conhecido através das Geórgicas de Virgílio e das Metamorfoses de Ovídio: símbolo do poder civilizador da arte, é um tema popular na arte europeia. Orfeu é representado no centro, sentado numa rocha em meio às árvores, enquanto toca lira: aos lados veem-se numerosos animais, de raças diversas, que se dirigem a ele, vindos de ambientes naturalísticos próximos e distantes, inclusive animais exóticos (um elefante, leões, uma lhama...) e, na margem direita, um animal fantástico, o unicórnio. Ao fundo, um curso d'água com uma cidade à margem; à esquerda, na colina, um pequeno templo provavelmente dedicado ao deus Apolo. A pintura foi restaurada no passado. É apresentada em moldura dourada em estilo.
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Dimensões da moldura (cm):
Altura: 68
Largura: 168
Profundidade: 7
Dimensões da obra (cm):
Altura: 47
Largura: 130
ARARPI0314382