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Seguaz de Rafael Sanzio (Urbino, 1483 – Roma, 1520), Sagrada Família

Codice: 452028
7.000
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Época: Século XVII
Categoria: religioso
Expositor
Ars Antiqua SRL
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Seguaz de Rafael Sanzio (Urbino, 1483 – Roma, 1520), Sagrada Família  Traduzido
Descrição:
Seguaz de Rafael Sanzio (Urbino, 1483 – Roma, 1520) Sagrada Família Óleo sobre tela, 126 x 95 cm – com moldura, 162 x 132 cm A obra em questão, executada a óleo sobre tela por um seguidor anônimo de Rafael Sanzio no século XVII, constitui um testemunho significativo da fortuna crítica e iconográfica dos modelos de Rafael na época barroca. A composição reelabora com devoção o célebre protótipo da Sagrada Família de Francisco I, obra-prima pintada por Rafael em 1518 e hoje conservada no Museu do Louvre, em Paris. A pintura retrata um momento em que a Virgem, ajoelhada em primeiro plano e envolta em uma veste de tons quentes, segura o Menino Jesus, que estende vivamente o corpo para cima. Ao lado deles, reconhecem-se Santa Isabel e o pequeno São João Batista em oração, enquanto ao fundo, emergindo da escuridão de forma quase monumental, vela a figura de São José. Um anjo, parcialmente visível na parte superior direita, aproxima-se para coroar a Virgem com guirlandas de flores, elemento que acentua a dimensão gloriosa do evento. A ligação entre esta tela e o original do Louvre não é apenas temática, mas estrutural. A pintura de Rafael, encomendada para ser enviada ao rei de França Francisco I, tornou-se imediatamente um cânone de perfeição formal e equilíbrio compositivo, servindo de bússola para gerações de artistas. Se o original de Rafael brilha pela limpidez cromática e a perfeição do desenho, esta versão do século XVII oferece uma releitura mais clara e escura, típica do gosto do século XVII, onde as sombras se tornam mais profundas e a pincelada menos polida, mantendo intacta a graça das feições e a dinamismo da interação entre os personagens. A escolha de reproduzir tal tema confirma como, a distância de um século, o estilo de Sanzio continuava a ser percebido como o ápice da arte sacra, capaz de falar aos fiéis e aos colecionadores com uma linguagem universal. É importante sublinhar que a Sagrada Família de Francisco I é uma das obras mais replicadas da história da arte. A partir da segunda metade do século XVI e durante todo o século XVIII, a oficina de Rafael primeiro e inúmeros copistas depois, produziram numerosas versões deste tema. Estas variantes, difundidas por toda a Europa, vão desde cópias fiéis executadas por alunos diretos como Giulio Romano, até interpretações mais livres e tardias como a aqui analisada. A proliferação de tais obras documenta não só o desejo de possuir uma imagem de tão alta espiritualidade, mas também o papel fundamental que a cópia de autor desempenhava no mercado artístico e na didática das academias, garantindo a persistência do mito de Rafael através dos séculos e dos diferentes estilos regionais.  Traduzido