Antoine Coypel (Paris 1661 - 1722) Oficina
Idílio entre Dionísio e Ariadna
Óleo sobre tela
78x 101 cm
Em moldura 97 x 120 cm
Detalhes completos da obra (clique AQUI)
A agradável composição ilustra o mito do amor entre Ariadna e o deus Dionísio, um tema clássico muito apreciado e recorrente na arte barroca e rococó porque ligado ao hedonismo e ao amor: o episódio era de fato representado como pretexto para louvar a alegria dos prazeres da vida (vinho, amor, sensualidade) em contraste com a fugacidade do tempo, muitas vezes associado ao conceito de "Carpe Diem" renascentista.
A obra deriva, embora variando em alguns aspectos, de uma das composições mais conhecidas de Antoine Coypel (Paris 1661 - 1722) encomendada pelo Duque de Orléans em 1693, irmão do rei Luís XIV, para decorar o gabinete do castelo de Saint-Cloud e hoje está guardada no Philadelphia Museum of Art (óleo sobre tela, 73x85,5 cm; n. inv. 1990-54-1).
A composição tornou-se imediatamente muito popular e, portanto, existem várias cópias, estudos e gravuras da época. Outra versão, a óleo sobre cobre e de dimensões menores, está conservada no Museu Hermitage de São Petersburgo.
O próprio artista realizou uma gravura em 1693, contribuindo para a sua difusão. Várias gravuras e cópias encontram-se em museus e coleções privadas, incluindo uma gravura conservada na Certosa e Museu Nacional de São Martinho, em Nápoles.
Entrando nos detalhes da composição, é encenado o idílio amoroso entre o deus Dioniso, chamado pelos romanos Baco, e a belíssima Ariadna, filha do rei de Creta Minos, assim como descrito pelas fontes clássicas e em particular pelo poeta latino Ovídio (Metamorfoses, livro VIII).
Ariadna foi enganada e abandonada na ilha de Naxos pelo jovem herói ateniense Teseu, de quem estava apaixonada e a quem ajudou a derrotar o terrível Minotauro. Após descobrir a traição de seu amado, a princesa começou a desesperar-se sem trégua até que seu triste lamento chegou aos ouvidos do deus Baco que, ao vê-la, fascinado por sua beleza, apaixonou-se perdidamente e decidiu tomá-la como esposa.
Atrás dela, com a tocha acesa, está representada a Fama, que sanciona sua memória imorredoura na constelação que dela tomará o nome.
A tela, que retoma a fonte clássica, está ambientada em uma paisagem idílica na costa da ilha, no momento em que Baco chega seguido por seu cortejo composto por ninfas e sátiros, com uma mão no coração e a outra agarrando o braço de Ariadna para lhe fazer a sua proposta de casamento.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
A obra é vendida completa com uma agradável moldura e é acompanhada de certificado de autenticidade e ficha iconográfica descritiva.
Nós cuidamos e organizamos o transporte das obras adquiridas, tanto para a Itália quanto para o exterior, através de transportadoras profissionais e seguradas.
É também possível ver a pintura na galeria de Riva del Garda, teremos prazer em recebê-los para mostrar nossa coleção de obras.
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