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Oficina dei Bassano (século XVII), Alegoria do Inverno

Codice: 448201
3.400
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Época: Século XVII
Categoria: alegoria
Expositor
Ars Antiqua SRL
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Via Pisacane, 55, Milano (MI (Milano)), Italia
+39 02 29529057
http://www.arsantiquasrl.com
Oficina dei Bassano (século XVII), Alegoria do Inverno  Traduzido
Descrição:
Oficina dos Bassano (século XVII) Alegoria do Inverno Óleo sobre tela, 92,5 x 118 cm A Alegoria do Inverno, óleo sobre tela atribuído à oficina dos Bassano, insere-se no afortunado ciclo das Estações idealizado por Jacopo Bassano na segunda metade do século XVI e replicado em numerosas variantes para responder a uma demanda colecionista ampla e articulada. O pintor apresenta a mesma configuração compositiva da versão atribuída a Jacopo conservada na Galleria Borghese de Roma, confirmando a dependência de um protótipo de sucesso, reelaborado com mínimas diferenças pela prolífica oficina familiar. Outras versões do mesmo tema são hoje conservadas em coleções particulares e em importantes instituições museais, como o Louvre de Paris e o Kunsthistorisches Museum de Viena, testemunhando a difusão europeia do tema e sua fortuna crítica e comercial. A cena é ambientada em uma paisagem montanhosa e nevada, que ocupa o fundo com um perfil de colinas branqueadas e um céu carregado, sulcado por tonalidades castanhas e cinzentas. A paleta de cores, dominada por terrosos, ocres e castanhos quentes, é coerente com o tema sazonal e contribui para construir uma atmosfera recolhida e severa. Em primeiro plano, à direita, um jovem camponês está ocupado a recolher e atar feixes de lenha, que está a carregar num burro parado pouco atrás dele. Ao centro corre um cão, captado em movimento, que anima a cena com um guincho dinâmico e liga idealmente os diferentes núcleos narrativos. O foco visual e afetivo da obra é, no entanto, constituído pelo grupo familiar disposto nas proximidades de uma cabana à esquerda. Uma família de humildes pastores reúne-se em torno de uma fogueira acesa ao ar livre: uma mulher idosa, envolta num manto claro, inclina-se sobre uma jovem mãe com um bebé; um homem, sentado junto a uma mesa sumariamente posta, aquece as mãos e os pés à chama. Ao fundo, outros camponeses estão ocupados na recolha de lenha, reiterando o tema do trabalho de inverno e ampliando a dimensão coral da cena. A obra permite apreender com particular evidência a prática operacional da oficina dos Bassano, fundada num sistema testado de cartões e módulos figurativos reutilizados e recombinados. As figuras, os animais, as cabanas e até algumas posturas recorrem com ligeiras variações nas diferentes versões. Na Alegoria do Inverno, esta dialética traduz-se numa composição sólida e bem orquestrada, onde o naturalismo quotidiano — feito de gestos simples, animais domésticos, utensílios e arquiteturas rústicas — se carrega de valor simbólico. A dimensão doméstica e pastoral, tão típica da sensibilidade dos Bassano, confere à cena um tom íntimo e participativo, transformando a alegoria num relato da vida quotidiana impregnado de realismo e calor humano.  Traduzido