A LA GALLERYA APRESENTA
RETRATO MASCULINO
IMPORTANTE E RARA MINIATURA COM MOLDURA BOULLE ANTIGA
DA PINTORA PARISIENSE CONSTANCE MAYER
H20CM X 17CM
Marie-Françoise-Constance Mayer La Martinière, conhecida simplesmente como Constance Mayer (Chauny, 9 de março de 1775 – Paris, 26 de maio de 1821).
Foi uma das mais importantes pintoras francesas entre o final do século XVIII e o início do século XIX.
Biografia
Era filha de um oficial do governo, que incentivou seu interesse pela arte e, em particular, pela pintura. Mayer pintava cenas de gênero e retratos quando tinha vinte anos. Foi aluna artística de Joseph-Benoît Suvée e, posteriormente, de Jean-Baptiste Greuze,[3] começando a expor suas obras a partir de 1796. O estilo de Constance Mayer era claro e preciso, conforme os ensinamentos do neoclassicismo em voga na época.
Após o Reino do Terror da Revolução Francesa, a sociedade tornou-se mais tranquila e obras como retratos pintados e em miniatura tornaram-se populares. Mayer pintou retratos de mulheres e crianças, cenas de família, autorretratos e miniaturas de seu pai. Ela alcançou um certo sucesso, expondo no Salão de 1801 o Autorretrato com o pai, no qual ele indica um busto de Rafael, convidando-a a tomar como modelo este pintor renomado. Sensível ao ponto de vista das artistas, Mayer apresentou suas obras como aluna de Greuze e Suvée, para que pudessem ser mais aceitáveis ao público. Ela trabalhou no estúdio de Jacques-Louis David em 1801 e adotou um estilo simples e direto, mas sempre retratou cenas sentimentais.
Um retrato de Constance Mayer realizado por Pierre-Paul Prud'hon por volta de 1804.
Em vez disso, a partir de 1802 colaborou com Pierre Paul Prud'hon, com quem entrou em estreita confidência, senão em uma relação amorosa, permanecendo perto dele por toda a vida, abrindo um estúdio de arte ao lado do seu e cuidando de seus filhos quando sua esposa enlouqueceu e foi internada em um sanatório em 1803. Ambos haviam exposto obras no Salão e, ao contrário de Prud'hon, ela teve uma educação artística melhor, enquanto ele era conhecido por seu talento no desenho e por composições de assunto histórico particularmente complexas. Depois que Prud'hon se divorciou de sua esposa, o imperador Napoleão lhe deu um apartamento na Sorbonne. No mesmo período (por volta de 1803), Napoleão, que havia comprado duas pinturas de Mayer, também lhe deu um apartamento. Lá, ela desempenhou o papel de assistente de Prud'hon, criou seus cinco filhos e tornou-se conhecida por ser sua "aluna preferida".
A morte do pai em 1810 lhe entregou uma herança considerável, com a qual viveu serenamente os anos seguintes. O relacionamento com Prud'hon e a Sorbonne, então, lhe garantiram grande liberdade artística e econômica. No entanto, com a Restauração, a Sorbonne foi requisitada e submetida ao controle e censura por parte dos oficiais reais, impactando significativamente a independência de Constance Mayer. Além disso, a recusa persistente de Prud'hon em se casar com ela, apesar de já ser viúvo, a fez cair em depressão, levando-a ao suicídio em 26 de maio de 1821.
Foi sepultada no cemitério de Père-Lachaise. Prud'hon, devastado pela culpa por sua morte, completou a última pintura deixada inacabada por ela, e quando ele mesmo morreu dois anos depois, fez-se sepultar ao lado dela.
Controvérsia
Como frequentemente acontecia com as artistas do sexo feminino que estavam associadas a artistas mais conhecidos do sexo masculino, foram feitas afirmações de que ela não teria realizado todas as obras que lhe foram atribuídas e, devido ao seu longo relacionamento com Prud'hon, ainda não se sabe com exatidão quais ela realizou e quais ele. A confusão se deve principalmente ao fato de que os dois artistas colaboraram em várias obras: ele fazia os esboços da composição e ela realizava as pinturas. Muitos foram expostos em seu nome, mas quando suas obras entraram nas coleções públicas, foram atribuídas a Prud'hon. Por exemplo, O sono de Vênus e Cupido, atualmente atribuído a Mayer, foi inicialmente atribuído a Prud'hon pelo pessoal da Wallace Collection.
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