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Giuseppe Rivadossi (Nave, 8 de julho de 1935), O ABRAÇO, IX-II-2007.

Codice: 309267
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Época: Vintage
Categoria: outras épocas
Expositor
Antichita' Santa Giulia
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Giuseppe Rivadossi (Nave, 8 de julho de 1935), O ABRAÇO, IX-II-2007.  Traduzido
Descrição:
Escultura de madeira policromada. Medidas: cm 48 X 27,5 X 22,5 Giuseppe Rivadossi (Nave, 8 de julho de 1935) Herdeiro do interesse pela arte de seu pai Clemente, Rivadossi iniciou oficialmente sua carreira artística na década de 1960, aproximando-se do estudo da escultura em madeira, da terracota e do trabalho em bronze, interessando-se desde o início pelo espaço doméstico, que mais tarde se tornaria um dos temas-chave de toda a sua obra. Na década de 1970, graças à atenção de amigos como Francesca Amadio e de importantes galeristas como Renato Cardazzo, Elio Palmisano e Alfredo Paglione, iniciou sua temporada de exposições como escultor, que o viu expor em diversos eventos artísticos nacionais e internacionais, como na Trienal de Milão (1974), na Bienal de Menton (1976), na Rotonda della Besana (1980), no Palazzo del Ridotto de Cesena (1996) e na Galleria d'arte moderna Palazzo Forti de Verona (2005). Sobre o trabalho e a poética de Giuseppe Rivadossi escreveram, entre outros: Giovanni Testori, Vittorio Sgarbi, Roberto Tassi, Gianfranco Bruno, Marco Vallora, Ermanno Olmi, Giorgio Cortenova, Piercarlo Santini, Mario Botta. Giuseppe Rivadossi diz: Tenho visto trabalhar a madeira desde que era criança. Tenho visto crescer bosques e cortar árvores de todos os tamanhos e qualidades. Tenho visto meu pai transformar essas madeiras em toneis maravilhosos e em belíssimos carros para os agricultores vizinhos. Até vinte ou vinte e cinco anos atrás, onde agora vivo, a relação homem-homem, homem-natureza, ainda se baseava em uma ética antiga. Depois chegou a indústria e com ela começou o saque. A esperança de uma vida menos dura logo se transformou em uma amarga constatação. A nova tecnologia, que deveria ser apenas um instrumento mais aperfeiçoado, revelou-se um instrumento de frustração e de desagregação geral. Agora, nessa situação, sinto cada vez mais profundamente a necessidade de expressar aquele sentido de unidade fundamental da existência, como ideia base para não perder ou para reencontrar a todo custo todos os dias e em tudo. Eu considero o ambiente em sua totalidade de natureza e de intervenção humana, a obra de arte única à qual tudo pertence e na qual todos estamos. Eu acredito que (Arte) é todo o trabalho do homem e, falando do meu trabalho (que considero pelo que é, apenas uma pequeníssima parte daquela obra única na qual todos, bem ou mal, operamos e vivemos), direi que também eu, como meu pai, comecei construindo móveis e coisas variadas em madeira para a minha gente. Avançando, percebi que essas coisas deviam ser construídas segundo exigências profundas e precisas. Encontrei-me, assim, a trabalhar em contentores (móveis) e esculturas com um aspeto cada vez mais em contraste com o ambiente que, degenerando, ia transformando-se e empobrecendo, e apercebi-me que estas minhas coisas iam assumindo cada vez maior significado, tanto pela forma de as construir como pelo material usado (a madeira). Deixei então perder em parte a função de conter por uma função diversa. Cheguei, assim, a estas últimas, imagens nas quais a ideia de um viver diverso, de um viver dentro (dentro da vida, dentro das coisas da vida) é figurada através de estruturas que realizo partindo de uma projetização precisa e recuperando como linguagem primária toda a comum técnica da carpintaria. Agora estas imagens, estas esculturas e estes móveis nascem do profundo da minha experiência como um canto, daquela esperança e daquela única alternativa que nos está diante mais do que de nostalgia pelo passado. Giuseppe Rivadossi A obra, como qualquer outro objeto nosso, é vendida acompanhada de atestados de autenticidade e lícita proveniência. Nós cuidamos e organizamos pessoalmente a embalagem e o envio das obras de arte com seguro para todo o mundo.  Traduzido