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Leda Gys, 1913

Codice: 293733
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Autor: GIOVANNI RIVA
Época: Anos 10
Categoria: Período novecentista
Expositor
Studiolo di Stefano e Guido Cribiori
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Corso di Porta Nuova, 46, Milano (MI (Milano)), Italia
+39 026570348
http://www.studiolo.it
Leda Gys, 1913  Traduzido
Descrição:
GIOVANNI RIVA (Turim 1890 - 1973) Leda Gys, 1913 Bronze, altura 55 cm. Assinado e datado na base no verso "G RIVA/13" Base em mármore Bibliografia: Chimere Miti allegorie e simbolismi plastici, pg. 6, fig.18 (exemplar da Coleção Museu Nacional do Cinema Torino, 1915) Leda Gys, nome artístico de Giselda Lombardi (Roma, 10 de março de 1892 – Roma, 2 de outubro de 1957) Nativa de Trastevere, nasceu em uma família pequeno-burguesa, filha de Giulio e Teresa Ilardi. Foi introduzida no mundo do espetáculo por volta dos vinte anos pelo poeta romano Trilussa, com quem teve um relacionamento amoroso. Seu companheiro, de fato, a recomendou para trabalhar nos estúdios cinematográficos da Celio Film e da Cines de Roma, e ele mesmo, anagramando seu nome de batismo, criou também seu nome artístico, Leda Gys. Contratada então como «atriz jovem», em 1913 estreou como figurante no filme Depois da morte. No mesmo ano, obteve seu primeiro sucesso com o filme L'Histoire d'un Pierrot no papel de Louisette. Naquele período, atuou ao lado das divas do momento, como Francesca Bertini e Hesperia. Também foi notada em filmes brilhantes como Leda innamorata (1915), primeiro filme que traz seu nome já no título e paródia das divas cinematográficas da época. Foi parceira cinematográfica de Mario Bonnard em inúmeros filmes rodados entre 1915 e 1916 com a Caserini Film, antes de retornar à Cines, onde atuou, entre outros, no filme Christus no papel da Madonna. Posteriormente, foi contratada pela napolitana Polifilms, onde foi notada pelo distribuidor-produtor Gustavo Lombardo. Gys deixou Trilussa e iniciou um relacionamento amoroso com Lombardo que durou toda a vida. Em 1920 nasceu o filho deles, e futuro patrono da Titanus, Goffredo, e se casaram em 1932. Foi «primeira atriz» da Lombardo Film a partir de 1917 (depois, a partir de 1928, Titanus) e interpretou inúmeros filmes, entre os quais I figli di nessuno, extraído do romance de Ruggero Rindi. O maior sucesso artístico da carreira de Gys veio com a comédia Santarellina de 1923, extraída da peça teatral Mam'zelle Nitouche de Henri Meilhac e Albert Millaud. O filme com o qual concluiu a carreira, aliás, o último mudo da Titanus, foi La signorina Chicchiricchì, e retirou-se dos palcos para cuidar do filho. Interpretou mais de 80 filmes, especializando-se no filão napolitano, que teve grande sucesso não apenas no sul da Itália, mas também entre os emigrantes nos Estados Unidos da América. Sua atuação, desembaraçada e espontânea, se distancia dos clichês do cinema mudo italiano daqueles anos.      Traduzido