Óleo sobre tela retratando um ramo de rosas em perfeitas condições, assinado no canto inferior direito como "Serralunga".
Nascido em Turim em 1880 e falecido em 1940, ele propõe uma visão poética que incorpora os ditames da tradição tardo-simbolista, contaminada por sugestões da grande época da pintura figurativa do século XIX. O artista é particularmente apreciado por suas naturezas mortas, especialmente flores inundadas de cores.