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Bou Saada, Argélia, 1913

Codice: 179339
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Autor: ANSELMO BUCCI
Época: Anos 10
Categoria: orientalista
Expositor
Studiolo di Stefano e Guido Cribiori
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Corso di Porta Nuova, 46, Milano (MI (Milano)), Italia
+39 026570348
http://www.studiolo.it
Bou Saada, Argélia, 1913  Traduzido
Descrição:
ANSELMO BUCCI (Fossombrone, 1887 ~ Monza, 1955) Bou Saada, Argélia, 1913 Óleo sobre tela, 28,5x35 cm Assinado e datado no canto inferior direito “A Bucci/Bou Saada, 1913” Proveniência: coleção Marco Fossati - Herdeiros Bucci A galeria Studiolo procede ao arquivamento das obras do Mestre através do Arquivo Anselmo Bucci Milano para informações [email protected] Uma nova construção se destaca no caminho de Bucci, outro Marabuto. A viagem à Sardenha deixa rastros cromáticos que se tornarão uma constante em certas obras paisagísticas de Bucci, inclusive Parisienses: os azuis cor de água que parecem manchas de aquarela, as terras delicadas e o lápis, como sempre, traçando sulcos no óleo e marcando os confins entre o que é terreno e o céu. Como se a maturidade artística tivesse realmente chegado, após os anos em Paris e intermináveis estudos humanísticos, efetuados através de vorazes leituras autônomas dos clássicos da literatura mundial. Aos 25 anos Bucci já é um artista formado e direcionado, com sua teimosia, extraordinária e incorruptível tenacidade, para se tornar um importantíssimo, fundamental desconhecido.       Bou Saada é uma cidade da Argélia, que se encontra na província de M'Sila, 245 quilômetros ao sul de Argel. É dita também Cité du bonheur (Cidade da felicidade) e Porta do deserto, pois é o oásis mais próximo da costa argelina Quase cada vila no Marrocos, Argélia e no resto do Norte da África tem seu santo local que protege e aporta bênção (baraka) a seus habitantes e àqueles que vêm visitá-lo. Já na época cristã era difundido o hábito (que por sua vez prosseguia tradições precedentes) de colocar cada lugar habitado sob a proteção de um santo. S. Agostinho (354-430) descreve sua terra «disseminada» de túmulos dos santos. A religiosidade popular, muito ligada ao culto dos santos, sobreviveu à islamização e acabou por integrar os velhos cultos na nova religião.   Visite o site www.studiolo.it    Traduzido